terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Paris: C'est merveilleux!

18.Janeiro.2008

Chegou o dia em que eu e a Patrícia partiríamos para Paris. Lá iríamos encontrar a Liliana e o Zeca, uma vez que o Bruno decidiu ir passear… O Miguel (Darmstadt), o Pedro (Berlim) e a Ana (que esteve em Bucareste no ano passado) iam-se juntar a nós nesta visita à Cidade das Luzes.

Quando chegamos ao aeroporto Charles de Gaulle, ficamos à espera que o Miguel chegasse da Alemanha. Depois há que perceber como chegar à estação de metro onde nos ficamos de encontrar, mesmo com as óptimas explicações da Liliana, não foi assim tão fácil. Primeiro: bilhetes para o comboio, mas saber qual a estação a sair, foi um pouco complicado. O comboio passava por todas as estações e nunca parava… Felizmente o Miguel decidiu perguntar se parava na Gare du Nord (era a próxima paragem)! :)

Lá chegamos! E agora? Ok linha que nos leva até à estação Strasbourg Saint-Denis! Encontramos a entrada, mas e comprar os bilhetes!? Um monte de máquinas, mas de vendding… Há que perguntar a alguém: ‘Sorry, do you speak english?’ ‘I’ll try…’ Fui perguntando onde seriam as máquinas que vendiam bilhetes até que um diz ‘Eu acho que é lá em cima…’ num tom abrasileirado! ‘Vocês falam português!?’ foi o meu espanto! Claro, risota total! Primeiro encontro com gente a falar português.

Lá conseguimos chegar a Lourmel e encontramos logo o Pedro. Depois chegou o resto do pessoal. Além dos que já referi, conhecemos a Filipa (que vive com o Bruno e onde iríamos ficar a dormir), o Miguel e o Diogo. E ficamos à espera do Alex (amigo meu francês), que já andava nas bejecas com um amigo dele… O reencontro foi fantástico!



19.Janeiro.2008

Começamos a ‘tour’ pelo Arc de Triomphe, seguimos pelos Champs Élysées até ao Jardin des Tuileries, que nos levou até ao Museu do Louvre! Seguimos pelo Sena, vendo barraquinhas com coisas antigas e posters maravilhosos (fartei-me de comprar…) e atravessamos uma ponte para a Ile de la Cité. Fomos visitar a Notre-Dame, passeamos pelas ruas e lanchamos: crepes para variar!













Continuamos a ver coisas maravilhosas e a luz do sol foi desaparecendo. Chegamos perto da Basílica de Sacré Cœur, mas segundo a Liliana estaria fechada. O que se via era um jardim, onde os portões estavam fechados e o horário era até às 17h30 (já eram 18h30). Mas eu via pessoal lá em cima e por isso decidimos tentar subir por outro lado qualquer. Sorte a nossa de haver um funicular, porque senão teríamos de subir umas escadas com uns quantos degraus… Chegamos lá a cima e nas escadas em frente à Basílica estavam 2 rapazes a tocar guitarra e a darem um show para umas quantas pessoas sentadas nessas mesmas escadas. Também nós queríamos ficar ali a curtir, mas primeiro há que ir ver a Sacré Cœur!

Estava a decorrer uma missa e penso que por isso tornou o momento mais arrepiante! Não é que ligue muito a religiões (vocês sabem disso), mas penso que os cânticos (que foi o que nos acompanhou durante a visita ao interior) por um grupo de freiras fizeram toda a diferença! Além disso, a própria Basílica é de uma grandiosidade brutal! Não por ser mesmo grande, mas sim porque é linda! Nunca me apaixonei por nenhum edifício religioso (principalmente da religião católica), mas com este foi um ‘Je ne sais quoi’!



Ao sair ainda parecia tudo mais perfeito! A vista sobre Paris é maravilhosa e o facto de já ser de noite, ‘ilumina’ muito mais! Além disso, os músicos agora tocavam melodias românticas para um casal de noivos (acabadinhos de casar). Todo aquele ambiente foi fantástico!

Seguimos para uma zona de ruas pequenas e acidentadas e finalmente chegamos ao Moulin Rouge! Apesar de ser o ‘MOULIN ROUGE’ e ter toda aquela mística, as suas luzes desaparecem no meio de tantas casas iguais (ou parecidas…). Talvez tenha faltado uma ida ao espectáculo…



20.Janeiro.2008

Acordamos cedo e fomos logo em direcção à Torre Eiffel. Apesar de ser o símbolo desta cidade, não surtiu nenhum efeito especial em mim… É sem sombra de dúvida uma grande obra de engenharia e muito bonita por sinal, mas penso que o enquadramento não será o melhor e por isso perde um pouco com isso. Claro que vista de todos os outros sítios que a consegui deslumbrar, é grandiosa. Faltou subir e ver Paris de outra perspectiva. Fica para a próxima.



O resto do dia foi um passeio ameno, ir buscar as coisas, despedir da Filipa (obrigada Filipa por nos teres aturado), ir com o Zeca e o Diogo beber a última bejeca em Paris e apanhar comboio para o aeroporto. Obrigada Zeca por me teres carregado o saco e dado as indicações para não nos perdermos.

No aeroporto, não houve problema nenhum. Fizemos check-in, passamos a segurança e fizemos compras. E mesmo na hora do embarque, a ‘caca’ do costume! (Mãe, desta vez nem sequer simulei nenhuma asneira…) Voo atrasado 2 horas! Que desespero! Já íamos chegar tardíssimo a Bucareste (2h da matina), mas agora muito melhor: às 4h! E o dia seguinte era de trabalho!



Mas valeu a pena! Por tudo! Pela companhia, pelos momentos, por Paris! Ah e por ter saído daquele país, nem que seja só por um fim de semana…

Obrigada a todos!

3 comentários:

Simãozinho, o Bife disse...

Olha lá, se desejas assim tanto sair de Buca achas que vale a pena eu ir????

Gisela disse...

Claro que vale a pena...
Isto até é porreiro por uns dias...
O problema é quando são muitos seguidos! Há que fazer uma pausa... para um Kit-Kat! ;)
Acredita que vais gostar!

S. disse...

Parrrrris! Weeee!